segunda-feira, 28 de junho de 2010

Encontrar um amor é

como achar um diamante em meio a um monte de palha.
É abrir mão de tudo sem ponderações.
É sacrificar-se sem ao menos assim considerar.
E doar-se ilimitadamente julgando ser o mínimo dos esforços.
Amar é perder a sanidade sublimemente e a busca incansável de agradar de incontáveis formas.
É a busca incessante de palavras que defina sensações indescritíveis.
É principalmente não comodar-se mesmo com tudo o que já conquistou e não contentar-se com a perfeição.
É entender que surpreender é a melhor maneira de cultivar esse sentimento.
E que transformar-se no que o outro quer não é loucura, tão somente gentileza, mas a única forma de viver a dois.
Não lhe digo que seja fácil, muito pelo contrário, desculpe decepcioná-lo, essa é a dança em que se procura pelo compasso durante toda a vida.
Entretanto, apesar da dor de modelar-se, é lindo e gratificante.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Ausência justificada por criatividade nula.


Estou tão ausente daqui quanto a criatividade e a inspiração estão de mim.
Há quanto tempo não escrevo nada apreciável? Mesmo agora, quando estou escrevendo, ainda não é algo que possa considerar válido. Não que eu avalie os textos anteriores como qualificados, mas, ainda assim, este é inferior àqueles.
De qualquer forma, estou aqui, pois senti extrema vontade de simplesmente resenhar.
Mal apareço por aqui, no entanto estou com projeto de abrir um wordpress e um canal.
Pode te soar relaxado se tomar como exemplo o abandono que inocentemente causo aqui, entretanto tentarei administrá-los conforme a avaliação de determinadas - ou, porque não, indeterminadas - pessoas, e quando me despertar necessidade.
Aliás, estou bastante atarefada. Tenho que terminar de elaborar a apresentação do trabalho de folclore pro próximo dia 26 e estudar pra prova que terei no dia seguinte.
Contudo, estou entusiasmada com os planos, projetos. E o hexa, será que é nosso, hein? Nesse ritmo acho difícil. Enfim, vamos aguardar.