do que se aprende a gostar.
Alguém me socorra. Alguém, por favor, atenda o telefone de emergência que em silêncio está gritando por ajuda. Alguém é capaz de sanar um súbito apelo? Eu suplico a você, voluntário tão carinhosamente disposto a ajudar-me, dê-me uma palavra de incentivo a resistência.
É difícil, porém se fosse impossível eu não estaria nessa. Ele não dá fardos mais pesados do que sou capaz de suportar. É estreito, mas só de vocês ajudarem não atrapalhando já é um ganho. Se investissem seu tempo ajudando então seria mais grato ainda.
Há algum outro assunto a ser abordado no qual não desperte uma vontade ilícita enorme a exercer? Ou alguma recordação que não me estimule a cair em tentação? Por favor!
O pecado, ele conversa comigo diariamente. Ele distorce as coisas, ele diz que eu tenho que praticá-lo e amá-lo, que temos que viver em comunhão.
Mas eu insisto e persisto em mantê-lo distante de mim. Eu o lembro que foi bom, mas que agora está sendo melhor, sem cometê-lo.
Eu sei que estou evitando o que realmente atrai. Porém, ignorando-o, este poderia se sentir incomodado, deslocado, e sumir aos poucos... quem sabe!?
Vamos omitir a nós mesmos nossas fraquezas e admitir apenas o que poderá nos fazer aguentar tudo o que vai contra a Ele. E também contra nós agora que somos casa e habitação Dele.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
O analisar de toda uma vida
é louco. Como eu me esqueci de momentos inesquecíveis apenas ao viver sentindo a ausência ou apenas não mais te sentindo? Será que há memórias que daqui a alguns anos serão mais lembradas do que agora recém acontecidas? Talvez não se refira especificamente a você, talvez seja só o cargo que ocupava e uma vez ocupado de novo eu estivesse ocupada demais. É ruim renascer com os mesmos defeitos, eu quero apalpar as vantagens de livrar-me. Se não for com chave então que conte logo o segredo ao amigo mais confiável até que ele seja passado a próxima pessoa de confiança e chegue até a mim por fonte segura. Olha, não se vive sozinho, mas dependente vive-se ainda menos. Isto é, se a decepção e o costume de ter que reaprender não te esgotarem. Depois sempre enxerga-se que não vale a pena valorizar e você se desprende desapegadamente. Mas eu ainda preferiria a dádiva de nascer nova, e não ressuscitar antiga.
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