quarta-feira, 20 de julho de 2011

"Entre pares

Eu me prendi a algo ímpar.
Em algo ímpar, algo que me faz sentir completa.
Na plenitude, uma pequena distância.
Entre a distância, um sentimento.
Entre eu e você, um compromisso."

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

“Quando pensei: 'bem, decifrei-te'

tu vieste e agiste de uma forma irreconhecível. 
Quando tive plena certeza e arrisquei, de repente mais nada me era sabido. Quando decidi desistir de tudo tu me trouxe oportunidades e com elas ânimo, fazendo renascer a esperança. Quando tudo o que planejei não vingou e depois pude contemplar coisas incríveis... percebi que de tudo o que eu mais desejo, tudo o que se realizará já está lá aguardando por mim.
Tu me guias por este labirinto, resta-me seguir tuas pistas. 
Tu me das todo o necessário para alcançar o que almejo.”

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Entre tantos desencontros

Enfim, o encontro.
Prevenindo a inconveniência me encontrei medindo esforços com meus desejos. Ordenando aos meus braços que deixasse a involuntariedade de tanger tua silhueta.
Repreendi meus olhos toda vez que insistiam em perseguir-te. Supliquei aos meus lábios para que contessem o impulso de querer tocar os teus.
Refugiei minhas imaginações fantasiando-as de sorrisos.
Ditei que todos fossem contidos até segunda ordem.
Até que estávamos ali. Você os libertou enquanto aproximou-se.
Os fez quererem permanecer. E eles te buscam novamente.
Mas e agora será que serão sucessivos encontros? Ou quantos desencontros mais levarão para novamente te encontrar?
Ou, quem sabe, um equilíbrio que trance encontro aos desencontros. Que intercale carinhos e beijos. Que convoque eu e você. 

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Você se foi

e levou consigo meu manual.

sábado, 3 de julho de 2010

Não é preciso dominar as palavras

Há vezes que um abraço e um apunhado de cuidado é somente o que preciso.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Encontrar um amor é

como achar um diamante em meio a um monte de palha.
É abrir mão de tudo sem ponderações.
É sacrificar-se sem ao menos assim considerar.
E doar-se ilimitadamente julgando ser o mínimo dos esforços.
Amar é perder a sanidade sublimemente e a busca incansável de agradar de incontáveis formas.
É a busca incessante de palavras que defina sensações indescritíveis.
É principalmente não comodar-se mesmo com tudo o que já conquistou e não contentar-se com a perfeição.
É entender que surpreender é a melhor maneira de cultivar esse sentimento.
E que transformar-se no que o outro quer não é loucura, tão somente gentileza, mas a única forma de viver a dois.
Não lhe digo que seja fácil, muito pelo contrário, desculpe decepcioná-lo, essa é a dança em que se procura pelo compasso durante toda a vida.
Entretanto, apesar da dor de modelar-se, é lindo e gratificante.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Ausência justificada por criatividade nula.


Estou tão ausente daqui quanto a criatividade e a inspiração estão de mim.
Há quanto tempo não escrevo nada apreciável? Mesmo agora, quando estou escrevendo, ainda não é algo que possa considerar válido. Não que eu avalie os textos anteriores como qualificados, mas, ainda assim, este é inferior àqueles.
De qualquer forma, estou aqui, pois senti extrema vontade de simplesmente resenhar.
Mal apareço por aqui, no entanto estou com projeto de abrir um wordpress e um canal.
Pode te soar relaxado se tomar como exemplo o abandono que inocentemente causo aqui, entretanto tentarei administrá-los conforme a avaliação de determinadas - ou, porque não, indeterminadas - pessoas, e quando me despertar necessidade.
Aliás, estou bastante atarefada. Tenho que terminar de elaborar a apresentação do trabalho de folclore pro próximo dia 26 e estudar pra prova que terei no dia seguinte.
Contudo, estou entusiasmada com os planos, projetos. E o hexa, será que é nosso, hein? Nesse ritmo acho difícil. Enfim, vamos aguardar.